O título é uma frase do filme pela qual dedico este post. Qualquer gato vira lata é um filme inspirado na peça escrita por Juca de Oliveira nos anos 90 (Qualquer gato vira lata tem uma vida sexual mais sadia do que a nossa). Nos papéis principais temos Malvino Salvador, Cléo Pires e Dudu Azevedo.

Tati (Cléo Pires) é apaixonada por seu namorado, Marcelo (Dudu Azevedo), fazia tudo para mantê-lo sobre controle, mas o cara era um mulherengo e eles acabaram dando um tempo. Disposta a reconquistá-lo, ela acaba se oferecendo como “cobaia” para o professor de Biologia Conrado (Malvino Salvador), que defende uma tese polêmica sobre a harmonia entre as conquistas amorosas dos humanos e as atitudes dos animais.

Esse filme foi quase um divisor de águas entre eu e o cinema nacional, depois que assiti, percebi que o Brasil consegue fazer muito bem o tipo de filme que mais gosto: comédias românticas.

Qualquer gato vira lata é um filme equilibrado nas cenas, nos diálogos, nas piadas, sem a apelação que te deixa sem jeito perto dos seus pais (assisti com os meus) delicado e ao mesmo tempo muito útil.

Útil sim, porque desde Ele não está tão afim de você um filme não havia me ensinado tanto, porque no fundo acredito que a teoria do Conrado é muito válida, já que o ser humano não deixa de ser um animal e nos assemelhamos tanto á eles, porque nossos instintos naturais como a atração,  não seriam de igual reação?

Por outro lado, é possível também enxergar os sentimentos por si só, não interessando a questão biológica e sim só o fato de que quando sentimos algo, é difícil controlar nossas ações, ou ter uma tática que funcione, por isso, mesmo se tentarmos de qualquer jeito planejar cada gesto, nem sempre o caminho esperado é o que vai se abrir para nós.

Mas lembre-se, seguir essas dicas poderão te ajudar muito ;)