O título é uma frase do filme pela qual dedico este post. Qualquer gato vira lata é um filme inspirado na peça escrita por Juca de Oliveira nos anos 90 (Qualquer gato vira lata tem uma vida sexual mais sadia do que a nossa). Nos papéis principais temos Malvino Salvador, Cléo Pires e Dudu Azevedo.
Tati (Cléo Pires) é apaixonada por seu namorado, Marcelo (Dudu Azevedo), fazia tudo para mantê-lo sobre controle, mas o cara era um mulherengo e eles acabaram dando um tempo. Disposta a reconquistá-lo, ela acaba se oferecendo como “cobaia” para o professor de Biologia Conrado (Malvino Salvador), que defende uma tese polêmica sobre a harmonia entre as conquistas amorosas dos humanos e as atitudes dos animais.
Esse filme foi quase um divisor de águas entre eu e o cinema nacional, depois que assiti, percebi que o Brasil consegue fazer muito bem o tipo de filme que mais gosto: comédias românticas.
Qualquer gato vira lata é um filme equilibrado nas cenas, nos diálogos, nas piadas, sem a apelação que te deixa sem jeito perto dos seus pais (assisti com os meus) delicado e ao mesmo tempo muito útil.
Útil sim, porque desde Ele não está tão afim de você um filme não havia me ensinado tanto, porque no fundo acredito que a teoria do Conrado é muito válida, já que o ser humano não deixa de ser um animal e nos assemelhamos tanto á eles, porque nossos instintos naturais como a atração, não seriam de igual reação?
Por outro lado, é possível também enxergar os sentimentos por si só, não interessando a questão biológica e sim só o fato de que quando sentimos algo, é difícil controlar nossas ações, ou ter uma tática que funcione, por isso, mesmo se tentarmos de qualquer jeito planejar cada gesto, nem sempre o caminho esperado é o que vai se abrir para nós.
Mas lembre-se, seguir essas dicas poderão te ajudar muito







8 comentários
Feed de comentários deste artigo
26/02/2012 às 2:13
Marie Raya
Morro de vontade de ver esse filme mas ainda não vi. E outra, citou “Ele não está tá afim de você”, merece ser lido. Porque filme igual a esse eu nunca vi! É QUASE UM MANUAL MASCULINO! Beijos, linda!
26/02/2012 às 2:44
Paulinha
Nossa, q coincidência ler esse post pq to aqui com esse filme pra assistir, adoro Cleo Pires. Parece bom.
Bjos
26/02/2012 às 12:52
Alessandra R.
Ele não está tão afim de você foi um filme que me deixou com aquilo na cabeça por um bom tempo, acho que só agravou aminha loucura. hahaha
mas eu já desisti, não consigo ser indiferente com quem eu gosto pra valer… Mas essas dicas,aaaah essas dicas. haha
Beijo flor
26/02/2012 às 13:41
Fernanda
Ai, eu tô doida pra ver esse filme! Minha mãe já assistiu e fala muito bem dele (e justamente porque ele não é apelativo). O cinema nacional subiu muito no meu conceito nos últimos anos pra cá, e acho que a tendência é melhorar cada vez mais
Sempre tento enxergar as relações humanas, independente de amorosas ou não, como uma mescla do âmbito biológico com o dos sentimentos. Acho que assim a gente tem caminhado ao longo dos séculos, né?
Beijão!
26/02/2012 às 19:26
Teca
Muito legal a dica, eu gosto muito de filmes brasileiros e acho sim que o Brasil tem muito potencial para fazer filmes de qualidade, sem apelação, só basta querer…beijocas!
29/02/2012 às 15:52
Vanessa
Eu realmente espero poder assistir este filme um dia! Lembro de quando estava no cinema. Eu deveria ter ido assistir! Deve ser engraçada essa tentativa de compreender o amor e as relações por meio da biologia hahahahaha
11/03/2012 às 20:58
Kamilla Barcelos
Olha, na época, que estava passando no cinema eu li e ouvi críticas negativas sobre esse filme. Em virtude do seu texto, vou dar uma nova chance a ele. haha
17/03/2012 às 18:59
nicole
graças ao bom Deus o cinema brasileiro tá dando uma variada nos assuntos. já tinha visto em cartaz, não assisti. Mas parece legal, deu vontade de ver.